domingo, 3 de janeiro de 2010

Nao sei como agradecer...

O pouco tempo que passei,
o muito que eu aprendi.

Muito obrigado, familia Nakano.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Cura?

Após uma refeição rápida, fui direto para internet. Vi orkut, blog, email, youtube. De repente, deparei-me com um video que mostrava um pastor curando um paralítico. "Nossa! Caracas!" pensei eu, com pontos de interrogação e exclamação rodeando todo meu intelecto.
Assisti novamente o video e, mais uma vez, a sensação estranha de ver algo sobrenatural tomou o meu ar naquele momento. Passado um tempo, no entanto, comecei a pensar não no ato da cura em si, mas nas pessoas dentro da igreja que começaram a saltitar e a glorificar a Deus após terem visto a cura.

Tentei entender o que faz uma pessoa glorificar a Deus, tentei descobrir o motivo de tanta euforia...tentei, tentei...e chateei-me ao enxergar que, muitas vezes, tenho que ver paralíticos andarem para lembrar de Deus.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Célula...

"e viva a independência...

viva as células, os grupos, a segregação...
os problemas dos outros...

o eu e o nosso.
a necessidade de sermos diferentes
o querer de uma santidade estampada nas nossas faces.

viva o senhor eu
o meu pensamento e as minhas vontades.

viva o bem, o aparente bem
e o mal que omito."


Aos poucos, a gente vê a realidade e percebe que tendemos ao nosso eu e os outros são apenas outros.
De repente, a gente reconhece...
...
se não formos "santos" demais.



"Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço" (Romanos 7:19)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Fotografia...



www.flickr.com/ahkatayama

domingo, 13 de dezembro de 2009

os ratos e suas maneiras de "pensar"...

Novamente, a carcaça do ritual...

Os ratos ingênuos acreditam que ao sentirem algo novo, complicado de entender, podem criticar toda a sociedade baseado no seu falso poder de persuasão. Assim, ao receberem tal informação, cospem o primeiro sabor instalado em seus paladares, regeneram-se e acham que o mundo todo fora feito por eles e para eles.

Num momento posterior, os roedores passam a correr em meio a suas palavras, procurando por queijos que assim os tornem mais preciosos para algum retrato esquecido em sua alma. Correm devagar, mas sempre de forma irritante e elegante. Eis os ratos e seus distintos trajes...

Aos poucos, as palavras cessam...e aquilo que foi gerador de todas as suas ações permaneceu inutilizado, guardado pro dia de amanhã, ou depois...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Tânia Pereira...

favor deixar um email de contato
e mais informações sobre tal trabalho
para que eu possa lhe mandar o trabalho sobre Alejandro Gonzalez
e conversarmos a respeito

tem orkut? msn? blog? email?

thanks =)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A culpa é de Deus....

Constantemente, pensamos em como Deus age nas nossas vidas e, num delirio repentino, jogamos todas as nossas culpas num Deus que não vimos, num Deus que simplesmente acreditamos. Aos poucos, as nossas falhas e as falhas do outros se tornam fatores de extremíssima importância para incriminarmos aquele que consideramos O Criador de nossas vidas e dizermos que o nosso Eu se inocenta de toda e qualquer acusação. Nessas horas, como um deus é bom...

Por outro lado, os esboços de nossas idéias se tornam inúteis quando tentamos explicar todo esse porém para uma outra pessoa. A vergonha e o medo de dizermos que criamos uma atmosfera em que a culpa é Dele se sobrepõem ao nosso personagem, a nossa imagem. Por um instante, o desconforto e a desesperança morrem junto com todas as nossas mentiras. Porém, uma coisa é real: uma hora hão de voltar a viver nos nossos lares. Nesses momentos, como um Eu é bom...

Estranho? Verdade.
É verdade dizermos a verdade do que achamos.
E vice-versa.